quinta-feira, 27 de novembro de 2014

AMNÉSIA. quarta parte

Foi um dos momentos mais estranhos de toda minha vida.
Não poder me lembrar do que havia acontecido estava me matando e quando percebi que juntos com todas as minhas coisas que sumiram estava meu celular e carteira entrei em choque total e só não surtei por que inesperadamente meu irmão surgiu vindo da festa totalmente embriagado trazendo consigo meu celular e óculos.

Antes que eu pudesse perguntar a ele o que havia acontecido meu irmão se adiantou a me contar apesar da dificuldade de se manter acordado devido a embriagues.
De acordo com ele depois que a festa acabou meus amigos e ele continuaram as comemorações na casa Daquele que me dá uns empurrões, porem eu nem ao menos cheguei ao final da festa.

Aparentemente antes que o bolo fosse cortado eu sucumbi a embriagues e por pouco não beijei o chão. Apoiado por um de meus amigos que me aconselhara a se sentar no sofá e parar de beber eu me levantei com o intuito de seguir seu conselho, porem após Aquela que me apoia cortar o bolo esta foi jogada dentro da piscina e todos correram para ver. Assim como todos eu também corri para presenciar a cena porem escorreguei um tombo violento e fui motivo de gozação para festa toda.


Depois disso fui entregue aos cuidados Daquela que me traz esperança e meu irmão não viu mais o que aconteceu comigo, apenas se certificou de cuidar de meus bens mais valiosos.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

AMNÉSIA. terceira parte

Acredito que qualquer um que tenha lido isto tenha ficado confuso, mas saibam que eu fiquei muito mais pois foi exatamente assim que aconteceu.

Num instante eu estava sentado do lado do meu amigo na festa de aniversário Daquela que me apoia, na cidade vizinha a kms de casa e no outro eu acordava em minha cama em minha casa sem roupa e com uma dor de cabeça descomunal!
Sem saber como havia aparecido ali e quanto tempo havia se passado desde que me desloquei da festa, me levantei as presas a procura do relógio, porem um mal estar muito grande tomou conta de meu corpo juntamente com uma dor de cabeça astronômica o que me fez passar mal e me faria sujar o quarto todo se não houvesse ali um balde estrategicamente colocado por alguém até então desconhecido para mim.

Depois de me aliviar um pouco fui até o banheiro e descobri que o dia havia amanhecido o que significava que quase 10 horas haviam se passado.

Depois de uma ducha gelada e de tentativas falhas de colocar a cabeça em ordem resolvi ligar para alguém para saber o que havia acontecido, porem assim como minhas roupas meus tênis e meus óculos, minha carteira e meu celular também haviam desaparecido.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

AMNÉSIA. segunda parte

Como já era esperado as horas se arrastaram até o fim de meu expediente chegar e o sol zombava de mim durante estas horas de espera.

Enfim quando as 17;00 horas chegou voei para minha casa arrumei minhas roupas e peguei um táxi para a chácara; optei por ir de táxi, pois sabia que haveria muitas bebidas no aniversário dela e não teria condições de voltar pilotando de lá.
Quando finalmente cheguei fiquei surpreso com a grande festa que me aguardava.
Aquela que me apoia estava muito feliz e me recebeu com muito entusiasmo.

Todos os nossos amigos estavam reunidos ali o que tornou a festa mais animada.
Nas próximas horas que se seguiram cumprimentei todos ali presente e comi e bebi muito bem. Como uma tradição nos churrascos em piscinas ali também havia um grupo dedicado a jogar na piscina aqueles que se recusavam a nadar.
Antes que me jogassem me adiantei e entrei por conta própria, pois como não sabia nadar temia que ao ser lançado me afogasse.

Assim como eu Aquela que me traz esperança chegou mais tarde na festa e logo que chegou veio me cumprimentar e me alertou de que eu parecia estar bebendo demais. Como eu havia chego a poucas horas não achei que estivesse passando da conta, pois todos ali estavam bebendo desde o meio dia e eles sim pareciam ter bebido além da conta.

Assim a noite caiu e a aniversariante começou a se preparar para a hora de partir o bolo, então fui procurar um lugar de onde teria uma boa visão deste momento e me sentei numa mureta próximo a um de meus amigos e quando percebi estava acordando na minha cama em minha casa só de cueca, suando frio, com uma insuportável dor de cabeça e passando muito mal....

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

AMNÉSIA. Primeira parte.

Por mais que eu tenha tentado me lembrar de tudo que rolou nos últimos anos para escrever aqui sei que inevitavelmente algumas coisas acabaram ficando para trás, por isso sempre que algum fato do cotidiano me fizer lembrar de algo que ficou pra trás estarei narrando para tornar minha história completa.

Começando agora...

Engraçado ter esquecido de falar sobre esse assunto que aconteceu ano passado, pois tratasse justamente sobre perda de memória.
A anos sempre que passo por uma fase ruim digo que gostaria de sofrer uma terrível amnésia para apagar certas lembranças da minha memória, porem mal sabia eu como isto era algo ruim para se desejar, mas estava prestes descobrir!

A meses vi Aquela que me apoia se preparando para seu aniversário de 18 anos, pois esta daria uma festa inesquecível.
Quando o dia finalmente chegou um grande churrasco na piscina numa chácara na cidade vizinha nos aguardava para comemorar junto a Aquela que me apoia seus preciosos anos de vida!

O churrasco teria início no almoço e continuaria até o fim da noite e como eu ainda teria que trabalhar antes de ir só poderia aparecer lá no fim da tarde.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

A TRADIÇÃO DE FIM DE ANO. Parte final.

Desde que a turma se dividiu tentei me dividir também passando natal com um grupo e ano novo com outro grupo e vice e versa e as vezes até passando metade da noite com um grupo e a outra metade com o outro, mas esse ano a situação financeira me forçava a passar com um deles e ainda por cima com os que recardavam menos grana.

Quando um amigo soube de meus motivos financeiros se ofereceu para me emprestar a grana para eu passar com eles. Decidi então a passar o natal com um grupo e o ano novo com o outro grupo.

Foi nesse clima de festa de fim de ano que recebi a melhor das notícias: eu havia passado na prova do concurso público, eu venci o desafio que me foi imposto, provei que era inteligente e iniciaria o ano trabalhando na área da saúde!

Ambos os grupos estavam muito animados e eu estava duplamente animado a não ser por um fato: misteriosamente uma dor muito forte nas pernas que me impedia de ficar de pé por muito tempo vinha me incomodando a alguns dias.
Esta misteriosa dor aparecia nos momentos mais inconvenientes e apenas durante a noite e me perseguiu em ambas as festividades me forçando a encerrar a noite prematuramente sem aproveitar como nos anos anteriores.

O ano de 2013 terminou como todos os outros; comigo prometendo a mim mesmo que o próximo ano seria diferente, mas com uma grande diferença... este ano eu acreditava nisso.

A TRADIÇÃO DE FIM DE ANO. Segunda parte.

As festas de fim de ano ficaram menores com um grupo de amigos festejando na casa Daquela que considero a maior guerreira e outro grupo na casa Daquele que fez diferença.

Na época que a turma se dividiu para comemorar as festividades eu e Aquele que fez a diferença não estávamos nos falando portanto continuei a tradição de comemorar na casa Daquela que considero a maior guerreira, porem houve um natal que a tradição foi quebrada, pois todos os parentes Daquela que considero a maior guerreira foram convidados para uma festa particular e como eu apenas me considerava da família, mas estava longe de ser acabei ficando de fora e passei o pior natal de todos... sozinho!

Foi nessa época em que fiz as passes com Aquele que fez a diferença e desde então passei a comemorar as festas de fim de ano com ele, mas depois de dois anos relembrei sobre a lição que aprendi no passado sobre carregar rancor e voltei a comemorar as festividades de fim de ano na casa Daquela que considero a maior guerreira também tornando difícil a decisão de onde passar as festividades.

sábado, 1 de novembro de 2014

A TRADIÇÃO DE FIM DE ANO. Primeira parte.

Desde que era garoto ano após ano celebrei o natal e ano novo com meus amigos, isso por que minha família nunca foi de festejar.

Sempre sonhei em dar uma grande festa de fim de ano em casa, mas depois que minha família se reduziu a menos da metade celebrar uma festa de fim de ano em família passou a ser um sonho impossível e passar as festas de fim de ano com meus amigos tornou se tradição.

Todos os meus amigos sempre se reunião para comemorar na casa Daquela considero a maior guerreira, porem um certo ano as coisas não deram muito certo lá o que levou um grupo de amigos a arrumar outro lugar para comemorar e a partir desse ano a turma se dividiu em duas. 

AQUELE QUE FEZ DIFERENÇA. Parte final.

Com o passar dos meses as coisas entre eu e aquele que fez a diferença voltaram a ser como era antes. Nunca mais falamos sobre o que houve no passado e o incidente acabou no esquecimento.

Mais tarde acabamos estudando na mesma escola durante o curso técnico e voltamos a sair juntos para curtir festas e até o carnaval.
Antes do termino do curso que eu abandonei, Aquele que fez a diferença arrumou uma namorada e se tornou mais caseiro.

Passei a vê-lo com menos frequência desde então mas nossa amizade continuou a mesma até os dias de hoje e confesso que tenho orgulho de ter Aquele que faz a diferença na minha vida.

AQUELE QUE FEZ DIFERENÇA. Terceira parte.

Passei muito tempo com raiva Daquele que fez diferença, mas mesmo a distância continuei a observa-lo, pois nunca desejei o mal a ele e por isso muitas vezes temi que algo de ruim acontecesse a ele devido as amizades que ele havia feito e os caminhos que vinha seguindo.

Aquele que fez diferença recebeu esse título por que mais de uma vez ele fez a diferença na minha vida, tenha sido essa diferença boa ou ruim, porem a maior das diferenças partiu dele num momento de superioridade em que ele me convidara a passar o fim de ano em sua casa no único ano em que passaria as festividades sozinho devido a problemas com a família Daquela que me apoia cujo a anos passava as festividades.

Fiquei muito feliz de receber esse convite e acreditando ter passado da hora de deixar o passado para trás aceitei de bom agrado.
Em sua casa fui acolhido muito bem por ele e por sua família que sempre admirei e até o fim da noite celebrávamos a virada de ano mais uma vez como uma grande família.

AQUELE QUE FEZ DIFERENÇA. Segunda parte.

Rapidamente eu e Aquele que fez diferença nos tornamos muito próximos e passamos a andar juntos indo para festas, baladas e até viajamos juntos.

De um garoto tímido e desleixado vi Aquele que fez diferença crescer para se tornar um jovem de boa aparência com um porte físico que chamava atenção das garotas.
Sempre nos demos muito bem, mas um dia este fez algo que me decepcionou e muito e esse era o motivo que me fez questionar se escrevia ou não sobre ele.

Um dia quando saímos juntos tive a oportunidade de apresenta ló a uma garota que vinha investindo a algum tempo na esperança que ele pudesse me dar uma mãozinha.
Infelizmente porem não foi o que aconteceu, pois a garota demonstrou um interesse inesperado nele que obviamente não passou despercebido por ele.

Para mim não era novidade que uma garota preferisse ele a mim, mas jamais esperava que ele ao invés de me ajudar me passaria para traz.
Está certo que não tinha nada com a garota mas me senti traído, principalmente por que fui forçado a vê-lo ficando com ela por mais de uma vez. Depois disso não consegui mais se quer olhar para ele quanto mais conviver com ele.

Este incidente acabou rachando nossa turma, pois passei anos mantendo distância dele forçando nossa família de amigos a se dividir se quisessem passar um tempo comigo e com ele.

AQUELE QUE FEZ DIFERENÇA. Primeira parte.

Chegou a hora de falar sobre Aquele que fez diferença ou melhor já passou da hora de falar dele. Tenho que admitir que tive dúvidas se falaria ou não dele, pois a coisas em nosso passado que não gosto de me lembrar, mas acho que assim como todos meus amigos ele merece estar aqui, afinal de contas ele fez diferença na minha história.

Aquele que fez diferença está entre meus amigos mais próximos apesar de não nos conhecermos desde a infância.
Acredito que tinha uns 15 ou 16 anos quando este entrou para meu grupo de amigos apresentado a nos por Aquele que fala o que tenho que ouvir.

No início ele era um sujeito estranho, magro e de cabelos bagunçados cujo desleixo deu a ele um apelido muito ruim que viria a assombra-lo por muitos anos.

Outro de meus fieis jogadores de RPG Aquele que fez diferença sempre entrou de cabeça nas narrativas e sempre se empolgou muito com seus personagens brutamontes.

A PROVA.

Dias se passaram e o gosto amargo deixado pelo meu aniversário ainda podia ser sentido em minha boca.
Só deixei mesmo de pensar no ocorrido quando as ferias chegaram e pude descansar do curso de informática.

As aulas podiam ter acabado mas ainda restava uma avaliação a fazer. Enfim o dia da primeira prova havia chegado então muito confiante parti com o intuito de prestar a prova para a área da saúde.

Na escola onde a prova seria aplicada me encontrei com alguns amigos que inesperadamente também fariam a prova e obviamente alguns de meus amigos que me desafiaram a prestar a prova também estavam lá.

Confesso que na sala de aula diante de minha prova senti um pouco de medo, pois já fazia anos que deixara de estudar e estava meio enferrujado e comecei a questionar se meu conhecimento acadêmico seria suficiente para fazer a prova.

Para minha surpresa a prova não me apresentou nenhum desafio e acabei sendo um dos primeiros a termina la.
Muito confiante deixei a sala de aula e a escola pensando em como seria minha vida trabalhando na área da saúde.

O ULTIMO ANIVERSARIO. Parte final.

Aquela que aumentou o vazio também me prestigiou com um presente o que ate me emocionou, mas como havia dito meu aniversario perfeito começara a desandar conforme a noite caia.

Primeiramente Aquela que considero a maior guerreira; que eu não via já a algum tempo e parecia estar se divertindo bastante recebeu uma trágica noticia por telefone o que estragou o resto de sua noite.

Logo em seguida Aquela que me apoia teve que ir pra casa, pois também enfrentava problemas familiares os quais ela não me contou para não estraga meu dia.

Uma nova tragédia se abateu minutos depois quando Aquela que me traz esperança recebeu uma ligação de casa revelando o estado terminal de seu avô.

Tirando tudo isso tentei me concentrar nas coisas felizes que ainda estavam acontecendo, mas estas também deixaram de me alegrar quando começaram a surgir brincadeiras sem graças por todo o canto da minha casa; obviamente alimentadas pelo consumo excessivo do álcool.

Naquele momento me arrependi de ter organizado aquela festa, pois assim como acontece em toda a festa que eu me desaponto me surgiu uma vontade de ir pra casa e deitar na minha cama, mas não podia fazer isso, pois esta festa era em minha casa e ocupava cada cômodo existente.

Consequentemente fui obrigado a suportar tudo até o amargo fim e amaldiçoei esta data jurando nunca mais comemorar meu aniversário novamente!

O ULTIMO ANIVERSARIO. Segunda parte.

Quando a noite caiu meus amigos começaram a chegar soltei o som para animar o lugar e pude desfrutar de ótimos momentos com Aquela que me traz esperança, Aquela que me apoia, Aquele feito em MS DOS, Aquela que considero a maior guerreira, Aquele que fala o que tenho que ouvir, Aquele que me da uns empurrões entre outros.

Tudo estava perfeito e alguns de meus amigos me prestigiaram com alguns presentes coisa que eu não recebia a muito tempo!
Fiquei muito feliz e estava convicto que este sem duvida seria o melhor aniversario dos últimos tempos ate as coisas começarem a desandar.


É quando as coisas começaram a desandar nem a milagrosa chegada Daquela que aumentou o vazio foi capaz de me aninar.