quinta-feira, 30 de abril de 2015

A QUESTÃO DA RELIGIÃO. Parte final.

Acredito que como acontece com aqueles que só procuram Deus em momentos de necessidade esperando por um milagre sem se quer merecer, eu não tive minhas preces ouvidas e por mais que eu implorasse e chorasse as calamidades continuaram acontecendo ate que todos meus ente queridos que um dia foram responsáveis por mim se foram... com exceção da minha avô é claro que ainda continuava comigo e eu era grato por isso e começava a achar que talvez fosse hora de começar a agradecer antes que ela me fosse tirada também. 

Assim voltei para a igreja depois de muitos anos e recomecei a rezar; apesar de que não conseguia rezar ou pedir coisas para mim, pois não achava ser merecedor ainda então rezava apenas pela minha família e amigos e se precisasse pedir algo pedia apenas para eles e com relação a mim apenas agradecia.

Semanas apos meu regresso a igreja surgiu um problema... 
Acontece que enquanto estava dentro da Igreja as lembranças da época em que frequentava aquelas igrejas com minha mãe voltaram e ao invés de ficar feliz com isso só fiquei deprimido e isso foi me levando a diminuir minhas idas as novenas logo que voltei a frequentar a igreja, mas como fazia anos que eu não ia achava que já era um começo e não fiz nada para mudar isso e quando percebi já quase não ia mais a igreja novamente.

Quando Aquela com quem eu sonhava entrou na minha vida eu a vi como um presente de Deus para mim e agradecido voltei a rezar em casa toda noite pedindo a proteção dela, de meus amigos e de minha família e também para agradecer a Deus pela felicidade que estava sentindo e aos poucos voltei a ir as igrejas perto de casa; mas ainda sim não com a devida frequência que devia ir.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

A QUESTÃO DA RELIGIÃO. Primeira parte.

Aqueles que leram minha ultima postagem podem ter estranhado ao ler que antes de encontrar Aquela com quem eu sonhava eu não agradecia a Deus pela minha vida, mas esta era a verdade.

Não se enganem, pois nem sempre fui assim. Eu nasci em uma família formada 100% por católicos. Nem mesmo entre meus parentes de segundo grau tenho conhecimento de alguém fazendo parte de outra religião ou mesmo ter mudado de religião.
Eu cresci frequentando igrejas junto com minha mãe e ate mesmo fiz catequese e primeira comunhão junto com meus amigos.
.
Acredito que as coisas mudaram quando minha mãe faleceu. Sim me lembro claramente que após a morte de minha mãe eu não aceitava a teoria que todos adoravam me contar que Aquela que me deu a vida havia sido chamada para junto de Deus, pois sua missão aqui na terra havia terminado.

Digam o que quiserem pois para mim era como se minha mãe tivesse sido tirada de mim.

Depois da sua missa de sétimo dia ficou muito difícil voltar a igreja, pois esses pensamentos me assombravam o tempo todo.
Com o passar dos anos me tornei negligente com relação a minha religião; apesar de que sempre que me perguntavam eu dizia ser catolico.

Sem que eu percebesse anos haviam se passado sem que eu voltasse a uma igreja ou mesmo rezasse em casa ate que outras calamidades começaram a atingir as pesoas que amo ai então comecei a ser como os piores tipos de pessoas que existem... Aquelas que so procuram Deus em momentos de dificuldade! 

domingo, 26 de abril de 2015

AQUELA COM QUEM EU SONHAVA. Parte final.

Desde que eu e Aquela que se tornou minha namorada começamos a namorar com dia e hora marcada uso os dias em que não nos vemos para passar um tempo com meus amigos.

Um dos amigos que mais tenho contato é Aquele que fala o que tenho que ouvir.
Foi numa noite de segunda feira enquanto conversávamos em frente sua casa que o assunto veio a tona.
Me lembro dele me perguntar como ia o namoro e eu de responder que estava ótimo apesar de as vezes um pouco complicado, foi então que ele me fez lembrar de algo importante que sempre dizia...

Foi logo após ele me dizer que eu tinha sorte de ter encontrado alguém como Aquela que se tornou minha namorada e eu concordar e começar a expor suas qualidades.
Foi nessa hora que me lembrei que passei a vida toda procurando uma garota com as exatas qualidades daquela que se tornou minha namorada.
Foi chocante me lembrar Daquilo e ver que havia encontrado Aquela com quem eu sonhava minha vida toda. 

Uma mulher com jeitinho de garota, linda, nova, que não tivesse tido outros namorados para ficar me comparando com eles, uma namorada que eu pudesse ensinar coisas sobre a vida e que pudesse me ensinar também.
Enfim uma mulher que eu pudesse amar e que tentaria me amar igualmente, que visse beleza em mim sendo que nem eu conseguia ver.

Depois de perceber isso fiquei ainda mais animado e apaixonado pela minha namorada Aquela com quem eu sonhava e por causa dela voltei a agradecer a Deus pela minha vida, pela minha saúde, pela minha família, pelos meus amigos e pelo meu amor... Coisa que eu ja não fazia a algum tempo.

AQUELA COM QUEM EU SONHAVA. Primeira parte.

Quando eu era mais novo via outras pessoas namorando e pensava: eu não conseguiria.
Para mim ter dias e horas certas para ver uma pessoa me parecia um porre, uma obrigação desnecessária.

Nos últimos dez anos tive alguns rolos uns mais sério que os outros e nenhum deles foi capaz de mudar essa minha linha de raciocínio.
Por cerca de uns dez anos mantive esse pensamento e devido as perdas que tive no decorrer dos anos também me proibi de se aproximar tanto de alguém... Isso ate me enrolar com Aquela que não queria mais sentir.

Naquela época minha cabeça mudou um pouco e comecei a ver namoro como prazer e não obrigação.
Quando estava para mudar minha linha de raciocínio completamente o lance com Aquela que não queria mais sentir acabou tao rápido como começou e eu fiquei sem saber o que pensar...

Minha linha de raciocínio havia começado a mudar e por isso, eu me sentia pronto para ter alguém fazendo parte da minha vida e também para fazer parte da vida de alguém, mas para ter isso eu teria que encontrar alguém que eu amasse de verdade e que retribuísse meu amor.

Felizmente meses após chegar a essa conclusão eu encontrei aquela que se tornou minha namorada e nós nos apaixonamos.
Com o passar dos meses ficou claro para mim que Aquela que se tornou minha namorada era também Aquela que completava meu vazio, Aquela por quem me apaixonei e Aquela que retribuiu meu amor, mas foi numa noite do nosso terceiro mês juntos que durante uma conversa com Aquele que fala o que tenho que ouvir que percebi quem Aquela que se tornou minha namorada era de verdade...

sábado, 25 de abril de 2015

COMEMORAÇÃO ATRASADA.

Alguns dias ja haviam se passado e parece que aquele terrível resfriado havia mesmo me deixado.
Eu me sentia vivo novamente e estava muito agradecido por ter Aquela que se tornou minha namorada do meu lado.

Já fazia uma semana que nosso aniversario de dois meses de namoro havia passado mas, eu sentia que tinha de fazer algo para que aquela data não passasse em branco só que eu estava financeiramente quebrado, pois havia gastado meus últimos centavos com remédios .

Isso nao era motivo para deixar de comemorar com minha namorada mesmo que atrasado, pois ela merecia, pois Aquela que se tornou minha namorada me ajudou em todos os momentos inclusive quando meus remedios acabaram e eu tinha que retribuir. Assim fui ate uns amigos e emprestei uma grana para que pudesse comprar uns chocolates e uma pizza para celebrarmos nossos dois meses de namoro atrasado. 

Quando cheguei na casa Daquela que se tornou minha namorada e lhe entreguei a segunda rosa ela ficou muito feliz e como era uma chocólatra de primeira linha amou receber os chocolates.

Depois de namorar um pouquinho no quintal entramos para fazer uma nova sessão de cineminha em casa e pedi a ela que ligasse e pedisse uma pizza para nós.
Foi uma celebração simples, porem nos divertimos muito e o mais importante; não deixei que esta data passasse em branco afinal de contas todos os dias ao lado daquela que se tornou minha namorada são especiais e eu queria poder comemorar com ela, mas como não podemos, o dia em que nos começamos a namorar não pode passar em branco.

RECAÍDA. Parte final.

Não aconteceu o que eu mais temia mas chegou bem perto disso.
Meu maior temor era ter de ficar internado ali, mas graças a Deus isso não foi necessário, porem ali estava eu sentado numa ala vazia do hospital com uma agulha fincada ao braço esperando uma interminável bolsa de soro chegar ao seu fim.

Sozinho as lembranças lutavam para me dominar e eu não tinha mais forças para enfrenta-las.
Minha unica distração era meu celular que como se encontrava sem credito me privava de se comunicar com meu amor e com minha prima que estavam la fora e também de eu entrar na internet e buscar maior distração.

O pior de tudo era que este soro com remédio não tinha o mesmo efeito magico que aquela injeção dolorida da semana passada teve e por isso a dor ainda me castigava.
A situação estava s tornando cada vez mais critica, pois meu celular se encontrava quase sem bateria e eu perderia minha unica distração.

Para minha surpresa como um anjo enviado dos céus Aquela que se tornou minha namorada surgiu ali para ver como eu estava. Vê la foi um verdadeiro colírio para meus olhos.
Esta disse que não poderia ficar e permaneceu ali o máximo de tempo possível.
Assim que deu sua hora o segurança acenou para ela e esta teve de ir. Depois que ela saiu eu a bateria do meu celular se esgotou e para não surtar foquei meus pensamentos em meu amor.

Focado naquela que se tornou minha namorada eu resisti as horas que permaneci alie e quando me dei conta já estava no fim do soro e a inferneira veio me livrar daquilo.
Depois disso sai e reencontrei Aquela que se tornou minha namorada e minha prima la fora me esperando. Sem mais demoras saímos dali. Minha prima levou minha namorada ate a sua casa e de la nos despedimos e em seguida fui para casa para repousar e me certificar que não teria uma nova recaída.



sexta-feira, 24 de abril de 2015

RECAÍDA. Primeira parte.

Nunca imaginei que uma noite tao perfeita poderia resultar num dia tao ruim.
Inesperadamente ao acordar no dia seguinte a minha primeira ida ao hospital em décadas acordei me sentindo um pouco mal.

Apesar de fraco podia sentir claramente as juntas do corpo todo voltar a doer, a garganta arder, o pulmão congestionando, o nariz entupir e a voz desaparecer.
Não era possível que depois de tomar a mais forte das injeções anti gripe eu estivesse te do uma recaída.

Tudo indicava que eu havia abusado ao ir trabalhar apos sair do hospital e a noite ir namorar com o tempo frio que estava ao invés de ficar em casa e repousar, pois ao que tudo indicava eu estava tendo uma recaída.
Teimoso como eu era achei melhor não me precipitar e voltar para o hospital e assim ao invés disso voltei a tomar meus medicamentos e a ficar de repouso.
Passei mais dois dias de cama e no terceiro dia vi que não haveria jeito e eu teria de voltar ao hospital.

Dessa vez fui acompanhado Daquela que se tornou minha namorada, mas que assim como minha prima não pode me acompanhar la dentro.
Não demorou muito para que eu fosse atendido o que foi muito bom, pois acreditava que como da outra vez eu seria dispensado logo, mas eu não poderia estar mais enganado.

O medico que me atendeu foi outro e esse me diagnosticou com um fim de gripe mau curada e achou desnecessário aplicar-me outra injeção e ao invés disso, me passou um remédio para tomar junto com o soro e me deixou preso la dentro com uma agulha no braço enfrentando meus piores demônios...

O RESFRIADO. Parte final.

Ali estava eu dentro do hospital onde vi meus pais e tios morrerem...
Depois de ser diagnosticado pelo medico ele me aplicou uma poderosa injeção e me deixou sair.
Foi muito rápido, mas cada segundo ali dentro foi uma enorme tortura. 
Cada lembrança que me veio a tona era dolorosa e a pior de todas era sem duvida a primeira...

A primeira lembrança de morte que trago comigo é também a mais dolorosa de todas: A lembrança da morte de minha mãe.
Só de entrar naquele recepção sou inundado com as imagens daquele fatídico dia, por isso assim que fui medicado sai disparadamente de dentro daquele lugar.

Somente quando cheguei la fora e minha prima me perguntou como eu estava que me toquei que minha voz já havia voltado e que a dor estava desaparecendo como magica.
Assim voltei para casa ou melhor rumei para casa da minha prima e como estava em condições resolvi ficar e trabalhar.

Depois do almoço fui surpreendido pela visita de meu amor que saiu do serviço dela e veio direto para o meu para ver como eu estava. Passamos a tarde toda juntas e de noite eu me agasalhei bem e a levei para casa onde pudemos namorar e recuperar o tempo perdido...

O RESFRIADO. Terceira parte.

Apesar de debilitado vivi uma das melhores noites da minha vida, pois a anos eu não era cuidado por alguém e isso foi muito bom. Não vou ser ingrato e dizer que nesses anos todos eu nunca precisei de ajuda ou fui cuidado por outra pessoa, só que dessa vez era diferente. Eu não sentia que estava sendo cuidado por obrigação ou pena. 
Ver aquele olhar de preocupação novamente me fez se sentir importante e especial. 

Infelizmente estava ficando tarde e antes do fim da noite precisei me despedir Daquela que se tornou minha namorada que ainda teria que voltar para sua casa de ônibus e o que eu tentei evitar a noite inteira não tinha mais como evitar. Minha namorada queria um beijo de despedida, mas eu temia transmitir a ela meu resfriado e se isso acontecesse eu não me perdoaria.

Incapaz de persuadi-la lhe beijei e depois disso ela partiu com aquele olhar de preocupação fixo a mim. Pedi a ela que assim que chegasse em casa me mandasse mensagem para que eu soubesse que ela estaria bem. Demorou muito mais do que eu esperava que demorasse e isso me deixou muito preocupado, mas enfim ela me avisou que havia chego.

Depois disso me deitei e ate que dormi muito bem. Infelizmente no outro dia não havia melhoras em meu estado e pra dizer a verdade parecia ate que eu tinha piorado, pois minha voz havia desaparecido e minha garganta doía mais que antes.
Diante dessa situação não via outra alternativa a não ser ir ao hospital. 

Era um sábado e minha namorada trabalhava apenas meio expediente e disse que se eu esperasse por ela esta me levaria ao hospital. Isso seria perfeito, pois com ela do meu lado eu me sentia mais forte. O fato era que desta vez eu não conseguiria espera-la, pois a dor era muito forte e não poder falar era agonizante. Assim pedi a minha prima que me levasse antes de abrir a banca.

No hospital precisei encarar meus piores demônios e o pior sozinho ja que minha prima nao pode entrar comigo....


O RESFRIADO. Segunda parte.

Ela chegou de surpresa e tenho que admitir apesar de não gostar de surpresas vê-la me fez se sentir bem melhor apesar de que pelo olhar dela eu devia estar realmente muito mal.
Ela chegou trazendo consigo muitas coisas para tomarmos cafe juntos afinal de contas aquele era para ser um dia especial, um dia para passarmos juntos.

Cara não acredito que já havia chego o dia em que comemoraríamos dois meses de namoro. Não acredito que não poderia celebrar com ela e dar a ela pelo menos um terço do que ela merece. Não acredito que nesta data onde tudo que eu mais desejava era vê la feliz estava deixando ela triste, preocupada e ainda arriscando transmitir minha gripe a ela.

Tudo que ela queria era que eu ficasse bom e me pediu incontáveis vezes que eu fosse ao hospital, mas minha teimosia juntamente com meu panico de hospitais me impediu de ir resultando nesse momento desagradável.

Claro que vê-la assim me fez perceber que eu precisava me cuidar mais afinal minha vida não era mais só minha agora e para me deixar ainda pior tive que ouvir Aquela que se tornou minha namorada me pedir para se colocar no lugar dela.
Aquilo foi muito difícil para mim e me fez tomar a decisão final... eu iria ao hospital.

domingo, 19 de abril de 2015

O RESFRIADO. Primeira parte.

Após dizer a Aquela que se tornou minha namorada que eu a amava passamos para a fase em que amor se tornou nosso primeiro nome.

Daquele momento em diante era amor pra la e amor pra cá e eu estava adorando isso.
Quando caminhávamos para nosso aniversario de dois meses de namoro uma serie de banhos de chuva enquanto voltava para casa de moto, combinados com sorvete e refrigerante gelados resultaram em uma forte gripe que me colocou de cama.

Nunca fui de me preocupar com gripes e resfriados, pois eles sempre iam e vinham sem que eu tivesse tempo de perceber porem desta vez foi diferente.
Cada dia que se passava meu resfriado só piorava sendo que um dia acordei com os olhos ruins, no outro nariz entupido e falta de ar, depois a garganta inflamou e cheguei ate a perder a voz de tanta rouquidão.

No inicio da gripe pedi a Aquela que se tornou minha namorada que não viesse me ver, pois temia que esta pegasse meu resfriado, mas como as coisas pioraram muito não pudi impedi-la de vir, pois esta estava muito preocupada.

O EU TE AMO PRECOCE. Parte final.

Depois de passar a noite inteira carregando o peso do mundo nas costas  sozinha Aquela que se tornou minha namorada decidiu dividir comigo o peso para que o suportássemos juntos.

Assim que minha namorada começou a falar intendi o por que de sua inquietação.
Aquela que se tornou minha namorada estava preocupada com nosso futuro, pois as coisas estavam cada vez melhor entre nos, porem ela temia que ia chegar uma hora que as regras que ela seguia iriam impedir a evolução da nossa relação.
Eu disse a ela que não se preocupasse com isso, pois não a forçaria a fazer nada e que ela teria todo tempo do mundo para se preparar e que após nosso casamento recuperaríamos o tempo perdido.

Nessa hora ao invés de seu sorriso lindo ela me olhou com uma expressão ainda mais tristonha o que me deixou muito mais confuso ate que ela me disse a razão.
Aparentemente por sermos de religiões diferentes nem casar nos poderíamos.

Admito que diante desta revelação eu me assustei, mas precisei me manter calmo para acalma-la. Naquele momento senti algo inesplicavel e percebi que aquele era o momento então segurei nas mãos dela com força e olhei fundo nos olhos dela e disse que a amava e que com o tempo surgiria uma solução e que ela não se preocupasse, pois ficaríamos juntos para sempre.

Ela me olhou fixamente de volta e eu disse:
sabe pode ser cedo demais para eu dizer isso, mas assim como eu não precisei ficar com você antes de pedir você em namoro; por que eu sabia dos meus sentimentos sem ao menos te-la beijado, agora podia ser cedo aos olhos dos outros, mas par mim não é cedo demais para dizer que te amo. 

Depois disso eu me calei e fixei meus olhos nela observando atentamente qual seria sua reação. Como sempre Aquela que se tornou minha namorada recuou seu olhar dos meus olhando para baixo e nessa hora achei que ela não fosse dizer nada, mas inesperadamente ela me olhou com os olhos marejados e sussurrou para mim um "eu também te amo" seguido de vários te amo muito muito muito!

Esse foi para mim um dia muito especial, pois naquele exato momento em que ela me disse que me amava senti que aquele buraco vazio que eu trazia dentro de mim desde que me considero por gente diminuiu quase que a ponto de desaparecer. Não me lembro de quando me senti tão feliz como me senti naquele dia que ficou eternamente enraizado na minha memoria, pois foi o dia que pela primeira vez alguém que eu amei retribuiu meu amor.

sábado, 18 de abril de 2015

O EU TE AMO PRECOCE. Segunda parte.

Logo que cheguei na casa Daquela que se tornou minha namorada notei que havia algo de errado, pois apesar dela estar linda cheirosa e radiante como de costume havia algo diferente em seus olhos.
Inicialmente perguntei a ela se estava tudo bem e ela simplesmente disse que sim.

Depois disso entramos em sua casa iniciamos mais uma sessão de cinema em casa e durante o filme conversamos mais um pouco mais. Antes do termino do filme decidimos ir a uma lanchonete que fica perto de sua casa.
Enquanto comíamos tentei extrair dela o real motivo de seus pensamentos estarem vagando aquela noite, mas mais uma vez ela foi evasiva e me disse que não era nada.

De volta a sua casa voltamos para o sofá e reiniciamos nossa sessão de cineminha em casa onde permanecíamos abraçados vendo filme e eu podia sentir o calor de seu corpo e os diferente e deliciosos perfumes que vinham de seus cabelos, cremes e 
claramente de seu cheirinho natural.

Ao fim da noite após o termino do filme eu não aguentei e voltei a perguntar Aquela que se tornou minha namorada o motivo de seus devaneios e de tanto insistir para que esta dividisse seus problemas comigo; para que eu pudesse ajuda-la a carregar o peso de seus problemas esta resolveu me contar.


sexta-feira, 17 de abril de 2015

O EU TE AMO PRECOCE. Primeira parte.

Quando caminhávamos para completar  nosso segundo mês de namoro eu não podia acreditar como meus sentimentos por Aquela que se tornou minha namorada podiam continuar aumentando.

Naquela altura do campeonato não havia mais palavras para descrever o quanto eu gostava dela... exceto uma é claro!
Exatamente eu estava mais que pronto para usar aquela palavrinha forte capaz de mudar paradigmas, mas o fato era: Sera que Aquela que se tornou minha namorada estava pronta para ouvir um eu te amo?

Já vi e ouvi falar de casos em que um eu te amo precoce resultou em momentos constrangedores e ate em términos.
As coisas estavam ótimas e tinha medo de deixar tudo estranho e ainda tinha a possibilidade de eu assusta-la e espanta-la no caso dela não estar sentindo a mesma coisa.

Inseguro fui pedir a opinião de alguns amigos ao começar por Aquela que me trás esperança. Desde que começou a namorar Aquela que me trás esperança deu uma sumida, então quando eu comecei a namorar também ficou muito difícil de vê-la.
Como este esta era uma situação de emergência sai a sua procura e a encontrei no fim da tarde.

Expliquei a ela a situação e o conselho que ela me deu era que esperasse mais alguns meses, pois foi o que ela havia feito.
Depois disso conversei com Aquele que fala o que tenho que ouvir e ele também achou que podia ser muito cedo, mas também me disse que cada caso era um caso e também que eu tinha que eu sentiria quando fosse o momento certo.

Quando enfim a noite caiu fui para casa Daquela que se tornou minha namorada e dependendo do clímax do momento eu finalmente diria ou não.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

AQUELA QUE CONSIDERO COMO IRMÃ. Parte final.

Daquele dia em diante Aquela que me considera seu irmão se tornou para mim Aquela que eu considero como irmã, por isso quando comecei a namorar fiquei preocupado com minha relação com com ela, pois temia que Aquela que se tornou minha namorada me pedisse para se afastar dela.

Essa seria uma situação realmente complicada, pois se afastar de um amigo ou amiga por causa de namorada seria ao meu ponto de vista um grande erro.
Felizmente Aquela que se tornou minha namorada era compreensiva e sabia como eu me sentia com relação aos meus amigos e disse que jamais pediria para eu me afastasse de um deles. Isso para mim foi um grande alivio, mas no fundo não era suficiente, pois eu queria que minha namorada fosse amiga de todos meus amigos sem exceções.

Ironicamente para Aquela que me considero seu irmão também não bastava apenas que minha namorada não me impedisse de ser amigo dela, ela queria ser amiga da minha namorada, pois na posição de minha irmã ela sempre imaginou que se daria bem com a minha namorada e seriam grandes amigas.
Alem disso ela já teve namorado e me disse que seu namorado tinha amigas que não falavam com ela e esta achava uma situação desagradável e não queria isso para minha namorada.

Infelizmente após conversar com minha namorada descobri que ela não tinha ciumes de eu ser amigo Daquela que eu considero como irmã, mas que o motivo dela não poder ser amiga dela no momento vinha do passado. Aparentemente as duas foram colegas de escola e havia acontecido algo que Aquela que se tornou minha namorada ainda não tinha esquecido.

Tocar nesse assunto parecia deixar minha namorada chateada então optei por dar um tempo a ela e quando esta estivesse pronta para me contar o que houve ela me contaria.
Quando reencontrei Aquela que considero como irmã pedi a ela que desce um tempo para Aquela que se tornou minha namorada, pois sabia que mais cedo ou mais tarde o passado ficaria no passado e todos nos seriamos amigos como eu sempre sonhei.

AQUELA QUE EU CONSIDERO COMO IRMÃ. Primeira parte.

Poucas pessoas sabem mas um dia após pedir Aquela que se tornaria minha namorada em namoro fiz um corre com Aquela que me considera seu irmão e contei para ela que estava ansioso esperando a resposta de minha futura namorada.

Aquela que me considera seu irmão ficou muito surpresa porem muito feliz por mim.
Gostei mesmo de ver o quanto ela ficou empolgada com a noticia e ao ouvi-la dizer que ficaria torcendo por mim.

Agradeci a ela do fundo do meu coração e disse a ela que agora que eu estava apaixonado a via exatamente como ela sempre me viu....como um irmão.
Depois de um longo abraço diferente de todos que eu já havia dado a ela ate então, esta me disse com lagrimas nos olhos que esperava que eu fosse muito feliz e que após começasse a namorar não se esquecesse dela, pois antes de me conhecer ela sentia muita falta do irmão dela o qual ela não se dava bem e depois que me conheceu eu ocupei esse vazio deixado pelo irmão dela e isso a ajudou a superar os problemas que ela tinha com ele.

Nessa hora percebi que todo esse tempo eu achava que ela estava preenchendo o vazio de minha alma, mas na verdade era justamente ao contrario. Eu era que estava preenchendo um vazio em sua alma, o vazio de seu irmão.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

CONCILIANDO NAMORO E AMIZADE.

Após me adaptar a minha nova rotina, minha vida começou a seguir em um novo curso.
Tendo apenas metade minha semana para dividir com meus amigos precisei tomar cuidado para não esquecer de passar um tempo mesmo que minimo com cada um deles ou teria que ouvir aquela clássica reclamação que diz: "Começou a namorar esqueceu dos amigos."

Disposto a evitar essas reclamações dediquei os dias longe Daquela que se tornou minha namorada aos meus amigos. E tive o total apoio da minha namorada nesta questão.
Eu adorava ir aos encontros de meus amigos para jogar vídeo game ou RPG ou ainda apenas para jogar conversa fora. 

A melhor parte dessas noites era quando um de meus amigos não podiam ir por que suas namoradas os impediam ou eles iam e logo tinham que ir embora por que suas namoradas os empunham horários.
Nestas horas todos me usavam como exemplo, pois eu tinha uma namorada de ouro que respeitava meu livre arbítrio.

Claro que cada caso era um caso e existiam situações delicadas na vida de cada um e eu no fundo achava que teria também, afinal de contas dentre meus amigos estava Aquela que me considera seu irmão, mas que no passado foi Aquela que completou meu vazio e como eu e Aquela que se tornou minha namorada eramos grandes amigos no passado era evidente que ela conhecia muito bem esta historia...


terça-feira, 14 de abril de 2015

A NOVA ROTINA SE INSTALA.

Depois do primeiro mês de namoro com Aquela que se tornou minha namorada uma nova rotina se instalou em minha vida.
Todas as terças, quintas, sextas e domingos era dia de namorar.

Nos outros dias eu e minha namorada não nos víamos, usávamos esses dias para cumprir com nossas obrigações e para ficar com a família e sair com os amigos.
Desse modo não ficávamos mal acostumados um com o outro e evitávamos discussões familiares e também não perdíamos contato com nossos amigos.

Apesar de termos criado essa rotina isso não era uma regra e estava sujeito a alterações em casos especiais tais como: aniversários e outras festas nas casas de parentes e amigos e ainda momentos de dificuldades.

No fim das contas mesmo nos dias que não nos víamos acabávamos conectados pela internet e suas redes sociais e assim não sentíamos muita a falta um do outro.

O PRIMEIRO MÊS PERFEITO. Parte final

Depois de trabalhar o dia inteiro imaginando como seria nossa noite de aniversario; principalmente depois da nossa primeira discussão, enfim a noite caiu e depois de um relaxando e demorado banho me preparei para encontra-la.

Na casa Daquela que se tornou minha namorada fui recebido na entrada por ela que me abraçou bem forte e pediu desculpas por ter agido estranho na noite anterior. Depois de passarmos um tempo pedindo desculpas um para o outro decidimos esquecer o acontecido e aproveitar a noite.

Como eu sabia que teria de enfrentar os olhares curiosos de sua família la dentro resolvi dar Aquela que se tornou minha namorada seu primeiro presente ali fora mesmo. 
Vi que acertei na mosca quando os olhos de minha namorada brilharam ao ver a rosa vermelha feita artesanalmente. Esta era sua área e aparentemente ela não havia visto uma daquelas antes. 

Depois de me abraçar e beijar de alegria vim com o segundo presente.
Após desembrulhar o ursinho azul claro mais uma vez fui agarrado e beijado como nunca.
Durante nosso longo beijo corri minha mão ate sua mão segurando o ursinho e o apertei e este para sua surpresa começo a cantar Always on my mind de Elvis Presley.
rapidamente Aquela que se tornou minha namorada parou de me beijar me olhou fundo nos olhos mais encantada que antes e tornou a me beijar.

Depois das minhas surpresas entramos em sua casa e ela saiu mostrando para sua mãe e irmã os presentes que ganhara.
Depois de deixa-los no quarto ela saiu com meu presente escondido nas costas, mas com um olhar estranho. Dirigi a ela um olhar confuso e pedi para que sta me dissesse o que estava havendo.
Aquela que se tornou minha namorada estava com vergonha de me dar seu presente , pois achava ele simples demais se comparado ao meu.

Achei uma gracinha sua preocupação mas disse a ela que deixasse de bobagens, pois tinha certeza de que gostaria e também só de ganhar um presente da minha primeira namorada eu estava tão contente que não me importava se ela me viesse com um par de meias!

Ainda exitante Aquela que se tornou minha namorada tirou de trás de suas costas um porta retrato feito por ela de madeira e com nossos nomes escrito na madeira na parte de cima e pintado com uma de minhas cores preferidos. No porta retrato encontrava-se uma linda foto nossa e de cara percebi que aquele seria o primeiro de muitos porta retratos nossos que enfeitaria meu quarto! 

Depois de guardarmos os presentes jantamos juntos uma comida deliciosa e namoramos na sala ate o fim da noite.
Minutos antes de ir embora saímos ate o quintal para namorar e la Aquela que se tornou minha namorada pediu mais uma vez desculpa por estragar nosso primeiro mes de namoro perfeito e invicto sem brigas. Disse a ela que esquecesse aquilo, pois de nada atrapalhou nossa noite e também que haveriam de vir muitos meses a frente que seriam invictos e perfeitos.

Depois disso nos despedimos e voltei para casa com um sorriso no rosto e pensando que apesar da nossa pequena discussão esse foi sem sombra de duvidas um mês perfeito e me arrependi de não ter dito isso a ela.




O PRIMEIRO MÊS PERFEITO.Terceira parte.

Como eu já havia previsto antes a noite na casa Daquela que se tornou minha namorada foi perfeita, após um cineminha em casa e um bom lanche saímos para o quintal para termos mais privacidade e para podermos namorar em paz.

Antes do fim da noite as coisas deram uma esquentadinha o que achei maravilhoso e achei que havia sido bom para nos dois, mas eu estava errado, pois as coisas rapidamente ficaram estranhas o que resultou na nossa primeira discussão. Aparentemente enquanto para mim aquela havia sido uma das melhores noites da minha vida para minha namorada tinha sido um deslize ou seja um erro, o que fez com que  ela se sentisse mal e eu me senti mal por quase faze-la ir contra algumas rigorosas regras que esta seguia.

Sem palavras para descrever o que eu estava sentindo naquele momento me calei e Aquela que se tornou minha namorada concordou que era melhor que eu fosse embora.
Assim voltei para casa muito confuso, pois estava feliz, triste, arrependido e preocupado.

No outro dia por telefone não me cansei de pedir a minha namorada que me perdoasse e isso parecia chateá la mais do que agrada-la.
Como naquele sábado faríamos nosso primeiro aniversario de um mês de namoro quebramos as regras de não se ver nos sábados e planejamos um jantar especial.

domingo, 12 de abril de 2015

O PRIMEIRO MÊS PERFEITO. Segunda parte.

A poucos dias de nosso aniversario de um mês de namoro nos sentíamos como se fossemos fazer um ano juntos.

Estávamos muito felizes e queríamos comemorar e se presentear como num aniversario.
Assim comprei para ela um ursinho da sua cor preferida azul que alem disso tocava uma musica muito maneira.

Minha vontade era de comprar para ela algo melhor, mas no momento não podia e por isso para complementar esse presente co
mprei uma rosa vermelha feita de lã que a amiga da minha prima fazia.

Durante a compra da rosa tive a ideia de comprar varias e guarda-las comigo para  presentear Aquela que se tornou minha namorada com uma todos os meses junto com outra lembrancinha. 
Admito que na hora hora não imaginei que isso era uma atitude romântica.

Faltando agora dois dias para nosso aniversario de um mês de namoro e também para comemorarmos o primeiro mês perfeito sem nenhuma briga eis que fui para sua casa para mais uma noite perfeita juntos, mas o que não sabia era que estava indo plantar a semente de nossa primeira discussão o que colocaria um fim a nosso mês perfeito e invicto sem brigas...

O PRIMEIRO MÊS PERFEITO. Primeira parte.

Nas primeiras semanas de namoro tudo foi perfeito, ate mais do que eu imaginava que seria.
Ao lado Daquela que se tornou minha namorada fiz tudo que sempre sonhei fazer com uma namorada.

Fomos ao shopping, lanchonetes, pizzarias, festas nas casas de nossos amigos e parentes. Logo na segunda semana precisamos estipular dias e horários para namorar, pois ate então estávamos nos vendo todos os dias.

Bom se dependesse da gente continuaríamos nos vendo todos os dias e por tempo indeterminado, mas tínhamos nossos deveres e obrigações para cumprir e claramente Aquela que se tornou minha namorada apesar de ser maior de idade ainda era a filhinha da mamãe e tinha que respeitar minha sogra e suas regras.

De modo algum essas novas regras me desanimaram ou de alguma forma atrapalharam nossas primeiras semanas perfeitas. Ter dias certos para namorar só nos deixava com mais vontade de se ver.

Quando a casa Daquela que se tornou minha namorada ficava meio cheia começamos a sair pra namorar no quintal da frente de sua casa.
Nessa fase Aquela que se tornou minha namorada era muito tímida e não me beijava perto da sua família
Era muito gostoso namorar ali fora, pois era escuro e não aparecia ninguém para nos atrapalhar.

Quando caminhávamos para nosso aniversario de um mês de namoro eu e minha namorada estávamos muito felizes e todos adoravam nos dizer como isso era comum no inicio, mas que logo isso ia passar e cair na mesmice.
Cansados de ouvir isso combinamos que conosco seria diferente, que essa "fase de lua de mel" como chamavam nunca chegaria ao fim.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

OFICIALMENTE NAMORANDO. Parte final.

Para mim era obvio que o que ele nos pediria era um beijo em publico para provar a autenticidade do nosso namoro.
Conforme o tempo foi passando eu e Aquela que se tornou minha namorada resolvemos sair para fora da casa para tomar um ar e ficar mais a vontade.
Ta certo que a festa se estendia ate la fora, mas ainda assim la havia menas pessoas e podíamos ficar mais a vontade.
Assim que tomamos uma certa distancia dos outros matei minha vontade de beija-la e passamos um tempo ali longe da muvuca só ficando.

Não demoro muito para Aquele que me da uns empurrões sair a nossa caça e vir a nosso encontro. O bom dele nos ter visto se beijando foi que sem mais delongas ele revelou o que desejava que fizéssemos e eu estava certo. Fazendo sua vontade eu e minha namorada nos beijamos e isso o deixou muito animado.

Depois disso a festa foi encaminhando para seu final... Ou melhor foi dando a hora de irmos embora.
Antes de partirmos eu e Aquela que se tornou minha namorada tiramos fotos com a galera para imortalizar este dia.

Depois disso partimos para sua casa onde enfim conseguimos passar uns minutos sozinhos.
Depois de namoramos um pouco pedi a minha namorada que me deixasse voltar a festa e ela concordou sem exitar.

De volta a festa fui recebido com uma salva de palmas e elogios e muitos de meus amigos debochavam uns dos outros pois aparentemente alguns estavam descrentes de meu retorno.
Depois de saborear alguns copos de chopp e botar a conversa em dia com eles a noite deu se por encerrado.
Em casa me deitei na cama muito feliz, pois naquele dia mais um sonho havia sido realizado.

No outro dia assim que amanheceu conforme combinado anunciamos ao mundo nosso relacionamento mudando nosso status nas redes sociais. A novidade foi o comentário da semana nas redes sociais e nos rendeu muita publicidade.
Assim de acordo com as regras dos relacionamentos de hoje em dia após a atualização de status estávamos oficialmente namorando.


OFICIALMENTE NAMORANDO. Parte tres.

Restando apenas Aquela que considero a maior guerreira e Aquele que me da uns empurrões para apresentar a minha namorada optei por começar por Aquela que considero a maior guerreira!

Como eu esperava assim que a cumprimentei os boatos já haviam chego ate ela e assim que a apresentei a minha namorada ela foi direta e disse:
Como assim namorada se ela ainda não veio me pedir permissão?
Adorei ver que Aquela que considero a maior guerreira ainda agia como uma irmã para mim e adorei mais ainda ver que Aquela que se tornou minha namorada entrou na brincadeira e lhe pediu permissão. 

Depois disso elas se abraçaram e Aquela que considero a maior guerreira falou algo no ouvido Daquela que se tornou minha namorada e depois disse bem alto para que ela cuidasse bem de mim.
Ao me abraçar ela disse em meu ouvido que Aquela que se tornou minha namorada parecia ser ótima e que eu também devia cuidar bem dela pois esta parecia gostar muito de mim.

Acenei que sim com a cabeça para ela e disse que depois conversaríamos melhor, pois ainda faltava apresentar minha namorada ao anfitrião.
Como já era de se esperar Aquele que me da uns empurrões estava na churrasqueira rodeado por uma galerinha acompanhado de muita cerveja. 

Logo que chegamos ele paro tudo que estava fazendo para que eu pudesse apresentar Aquela que se tornou minha namorada. Assim que a apresentei ele me pediu para que dissesse outra vez e mais alto; tipico dele fazer essas gracinhas, mas já estava acostumado.
Quando repeti pela segunda vez ele pegou firme na mão Daquela que se tornou minha namorada e abraçou com força.
Rapidamente ele a largou e me abraçou também e com um sorriso no rosto declarou que essa novidade era seu maior presente de aniversario.

Depois de abraçar mais uma vez minha namorada e pedir a ela que cuidasse bem de mim assim como Aquela que considero a maior guerreira havia feito, Aquele que me da uns empurrões nos deixou se sentar e pediu a minha namorada que ficasse a vontade.

Assim nos servimos e fomos nos entrosando de pouco em pouco.
Era difícil ficarmos sozinhos ou nos sentirmos sozinhos, pois toda hora alguém vinha falar com a gente ou nos lançava olhares de longe.

Mais de uma vez Aquele que me da uns empurrões me avisou que ate o fim da noite nos pediria algo. Aquela que se tornou minha namorada ficou preocupada, mas eu já sabia como a mente dele trabalhava e a alertei do que se tratava.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

OFICIALMENTE NAMORANDO. Segunda parte.

Minha ideia inicial era de chegarmos na festa logo no inicio para que assim não precisasse passar de mesa em mesa, de canto em canto cumprimentando todo mundo, pois teria que apresentar minha namorada a eles. Minha ideia original era chegar mais cedo apresenta-la a um grupo menor que estivesse por ali e depois apresenta-la aos que viessem chegando para nos cumprimentar.

Infelizmente meus planos foram por água abaixo, pois Aquela que se tornou minha namorada demorou para se aprontar e assim chegamos tarde a festa que já estava lotada.
Assim que descemos da moto Aquela que se tornou minha namorada ficou visivelmente muito ansiosa e percebendo isso segurei firme em sua mão e disse que ela iria ficar bem.

A festa na casa Daquele que me da uns empurrões estava lotada e comecei os comprimentos e apresentações desde fora ate la dentro.

Logo na entrada encontrei um grupo de colegas meus que sabia que falavam de mim pelas costas, falavam coisas do tipo que eu era fracassado, otário e ate mesmo gay devido a maneira que eu tratava as meninas em minha volta.
Obs: para esses imbecis ser amigo de mulheres e trata-las com respeito é ser gay.

Foi muito bom te-los ali nesta noite e melhor ainda poder apresenta-los a minha linda namorada.
Não fui muito atencioso com eles apenas os apresentei a ela e lhes dei as costas.

Depois disso adentramos a casa Daquele que me da uns empurrões onde se encontravam meus verdadeiros amigos e então comecei as apresentações.
Todos ficaram muito surpresos e contentes em conhecer Aquela que se tornou minha namorada, com exceção Daquele que fala o que tenho que ouvir e Daquela que me apoia que ja a conhecia eu apresentei a todos com exceção de dois...
Deixei para apresentar Aquela que se tornou minha namorada por ultimo para Aquela que considero a maior guerreira e para o anfitrião, pois sabia que eles teriam mais a dizer.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

OFICIALMENTE NAMORANDO. Primeira parte.

Agora que eu e Aquela que se tornou minha namorada tínhamos recebido as permissões de seus pais estávamos oficialmente namorando. Isso para mim era a realização de um sonho, mas eu não devia me surpreender, pois a partir daquele dia sentia que vários de meus sonhos seriam realizados afinal de contas isso é o que acontece quando se encontra a pessoa certa.

Nos não víamos a hora de colocar nas redes sociais para que todos nossos amigos soubessem, mas antes de fazermos isso tinha algo que eu gostaria de fazer.
Em poucos dias haveria uma festa na casa Daquele que me da uns empurrões e todos os meus amigos estariam la. 

Por anos frequentei essas festas e vi meus amigos levarem suas namoradas enquanto eu ficava junto dos lobos solitários, então não via a hora de fazer o mesmo. 
Assim decidimos que só colocaríamos nas redes sociais nosso atual status apos a festa, sendo assim somente os mais próximos realmente sabiam da novidade e pedi a eles que mantivessem segredo.

Quando o dia da festa chegou eu estava muito empolgado e Aquela que se tornou minha namorada estava muito ansiosa. Quando a noite caiu fui busca-la e ela como sempre estava muito linda e cheirosa e por mais ansioso que estivesse de ir a festa minha vontade era de ficar sozinho com ela e não dividi-la com ninguém.

Lutando contra a vontade de ficar ali acabamos seguindo rumo a casa daquele que me da uns empurrões.