Chegando na lanchonete Aquela que me transmite paz já estava
me esperando e para minha surpresa estes meses que fiquei sem vê-lá haviam sido
muito bons para ela, pois esta estava muito mais bonita.
Passamos um tempo conversando em frente a lanchonete e só
algumas horas mais tarde decidimos entrar para se sentar e comer alguma coisa.
Durante as longas horas que permanecemos ali falamos de
muitas coisas e voltamos ao assunto de nossa maré de azar. Naquela hora o
assunto sobre um amuleto da sorte retornou e só então percebi a ironia e
aproveitei a deixa dela ao dizer novamente que “um pé de coelho não seria
suficiente para acabar com seu azar e que talvez precisasse de um coelho
inteiro,” para lhe presentear com o que eu carregava em minha mochila: o coelho
de orelhas azuis.
Pude ver em seus olhos a surpresa que ela teve e como
esta ficou feliz em receber o presente. Me senti muito bem em ter lhe dado o
bichinho e ao me lembrar que azul era sua cor favorita passei a me questionar
se não era esse o motivo daquele coelho ter me chamado atenção desde o início e
se não era para eu te-lo comprado para ela desde o começo.
Se foi uma ironia do destino ou só uma coincidência eu
ainda não sei, mas a verdade é uma só: Esse coelhinho batizado por Aquela que me
transmite paz de Blue tinha um poder especial o poder de nos aproximar e a
partir daquele momento foi o que aconteceu, passamos a nos aproximar cada dia
mais.
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