terça-feira, 17 de março de 2015

A RESPOSTA. Segunda parte.

A caminho de casa o desespero já tomava conta do meu corpo e eu lutava para não deixar a minha impaciência transparecer. Assim que chegamos desci da moto muito quieto e adentrei a minha casa junto Aquela que se tornaria minha namorada.

La dentro a levei para um lugar mais tranquilo onde poderíamos conversar sem sermos interrompidos. No meu quarto nos sentamos frente a frente então depositei toda minha atenção a ela.

Aquela que se tornaria minha namorada estava evidentemente muito nervosa, mas assim como eu ela lutava para não deixar transparecer. Como ela tinha dificuldade em começar a falar tomei a iniciativa e desencadeei a falar. 
Pedi a ela que me dissesse se já tinha uma resposta concreta, pois  já  não  aguentava   mais tanto suspense e perguntei também como tinha sido sua conversa em sua igreja.

Aquela que se tornaria minha namorada balançou a cabeça que sim para primeira pergunta e respondeu que a conversa na igreja não tinha sido muito boa, pois lhe haviam dado um ultimato: se ela fosse namorar com alguém de fora da sua igreja teria que abandonar suas funções la dentro.

Naquela hora eu gelei, como ela poderia escolher eu as atividades da igreja que ela tanto prezava? E se ela me escolher como ela vivera com o que ela teve de abrir mão? Naquela hora tomei consciência que Independente da sua escolha eu me sentiria mal, pois se ela não aceitar namorar comigo eu ficarei mal e se ela aceitar vou ficar muito feliz confesso, mas também ficarei mal pelas consequências do nosso namoro.





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