segunda-feira, 17 de agosto de 2015

AUTO DESTRUIÇÃO REINICIADA. Parte final.

Recuperado da minha primeira crise de transtorno de ansiedade generalizada em anos, segui em direção a casa de meu amor com uma nova duvida em mente: contar ou não contar a Aquela que se tornou meu mundo o que acabara de acontecer?

Quando cheguei na casa de meu amor me toquei que como a ultima crise havia ocorrido anos antes de conhece-la eu nunca havia falado disso com ela e se falasse agora poderia parecer uma invenção para faze-la desistir da sua viajem ou deixa-la ainda mais preocupada.

Com tudo isso pesando na minha mente adentrei a sua casa e optei em não contar.
Obviamente assim que me olhou nos olhos meu amor notou que tinha algo errado o que indicava que minha "mascara" estava falhando.

Como havia acontecido muita coisa naquela tarde pude usa-las para cobrir que tinha tido minha crise.
Contei a ela então da briga com meu irmão e ocultei o restante, mas quando me dei conta a raiva que senti do meu irmão veio a tona novamente e com a raiva veio também a aceleração do coração e a falta de ar e então senti que teria uma nova crise e diante de meu amor talvez não fosse capaz de esconde-la o que só aumentou o meu panico e me fez desabar em lagrimas.

Por sorte Aquela que se tornou meu mundo tinha o incrível poder de me tranquilizar; poder este que ela tinha sobre mim desde que eramos apenas amigos, e apenas de me abraçar e beijar ela era capaz de me acalmar a ponto de conter minha crise e assim evitar que minha auto destruição reiniciasse...

Assim descobri que Aquela que se tornou meu mundo tinha em mãos o controle que podia deter minha auto destruição assim que ela reiniciasse, mas a pergunta que me vinha em mente naquele momento era: Seria o alcance desse controle grande o bastante para abortar minha auto destruição quando esta fosse embora?

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