domingo, 2 de abril de 2017

A MUDANÇA. Segunda parte.

Outro fato curioso que antecedeu no dia de minha mudança foi que meu irmão e eu voltamos a nos falar sem precisar de minha cunhada ou meu amor para nos intermediar.

Bem não sei se voltar a se "falar" é a palavra certa a se usar, pois voltamos a se comunicar, mas apenas por mensagem de texto.
Quando a ficha dele caiu de que eu levaria a geladeira e a tv meu ignorante irmão ficou apavorado e começou a partir para o lado da chantagem emocional para me fazer deixar a geladeira e a tv.

Cansado de todas as vezes que tinha um problema comigo ele vir jogar na minha cara que sua filha era minha afilhada e de que sua mulher tinha problemas de saúde eu descarreguei nele os anos em que cuidei dos filhos deles tirando-os de cada situação em que ele se quer tem ideia; por não estar la no momento que eles precisavam por estar jogando bola, bebendo ou estar dormindo e também das inúmeras vezes que salvei e cuidei da esposa dele.

Como meu irmão se acha sempre na razão tentou jogar coisas na minha cara também, mas eram tão insignificantes que nem me abalaram.
No fim da discussão ele viu que não ia convencer que eu deixasse a geladeira e desistiu de me confrontar.

Para evitar mais choradeira e olhares tortos agendei a mudança para um dia e hora em que ele não estaria em casa.
Para me ajudar com a mudança meu novo amigo de confiança do trabalho Aquele que me da uma força veio me dar uma força.

O mais rápido possivel colocamos as inúmeras caixas no caminhão junto com os moveis e seguimos para nosso novo lar.

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