segunda-feira, 30 de junho de 2014

A VIDA AOS TRANCOS E BARRANCOS.

Algumas semanas após a partida Daquela que me traz esperança está começou a se comunicar comigo através da internet.
Eu me lembro que deixava tudo de lado para falar alguns minutos com ela.
Assim a vida foi seguindo aos “trancos e barrancos”.

Em casa começaram a rolar algumas briguinhas familiares entre mim meu irmão e minha cunhada ou melhor Aquela que se tornou minha irmã, e lá fora as nuvens começavam a escurecer anunciando que uma tempestade estava vindo.

Devido aos problemas com suas notas Aquela que completa o vazio teve que prosseguir com o curso até conseguir as notas que lhe faltavam.
Infelizmente pra ela mais um modulo não foi o suficiente para conseguir e isso a desapontou muito, pois esta havia dado muito duro aquele ano. Ainda me lembro de como ela ficou decepcionada ao ver sua classificação e como me senti impotente diante daquela situação em que nada podia fazer a não ser consola lá.

Bom infelizmente essa era apenas a ponta do ice Berg, pois após se acalmar Aquela que completa o vazio me contou que sua mãe tomaria providencias radicais devido a seu fracasso lhe tirando celular e a liberdade como castigo e isso me privaria de  la.

Eu não podia acreditar que depois de ter que viver sem Aquela que me traz esperança agora teria que aprender a viver sem Aquela que completa o vazio...

A VERDADEIRA DESPEDIDA.

Nunca imaginei que seria tão duro seguir a diante sem Aquela que me traz esperanças.
Dias após sua partida da cidade ela ainda se encontrava no país e me ligava com muita frequência.
Tentei seguir com minha vida mas sua falta era como um buraco negro em meu estomago e o vazio era gritante e me lembrava a toda hora que ela não estava mais aqui.

Foi numa noite em que sai para esfriar a cabeça e curti o aniversário de uma amiga que falei com Aquela que me traz esperança pela última vez.
Esta estava indo para o aeroporto e prometeu me ligar assim que chegasse lá para ouvir minha voz pela última vez.
Naturalmente fiquei muito ansioso pela sua ligação e tremendamente desapontado quando o telefone tocou e corri para fora da pizzaria para atende lá, mas já era tarde a ligação caiu e não pude mais retornar.

Foi muito difícil voltar para junto dos outros na pizzaria depois disso, fiquei lá fora por um bom tempo para me reerguer e começar a encarar um mundo sem Aquela que me traz esperança!

quarta-feira, 25 de junho de 2014

A VIDA SEM AQUELA QUE ME TRAZ ESPERANÇA. Parte final.

Fui sincero ao dizer que apoiaria Aquela que me traz esperança se isso fosse o que ela realmente queria, mas também fui sincero ao dizer que não queria que ela fosse.
Disse também que sair de casa e do país seria o mesmo que fugir dos problemas e isso nunca dá certo. (O incrível era eu achar que tinha moral para dar esse tipo de lição para alguém).

No início ela êxito bastante e por isso cheguei a achar que ela desistiria dessa ideia, mas alguns incidentes de última hora acabaram lhe impulsionando a partir.

Passei as últimas 48 horas dela na cidade grudado nela e acho que isso só tornou sua partida mais difícil para mim. Em sua última noite comigo fiz alguns corres de moto com ela e ao deixa-lá em sua casa pela última vez no fim da noite quase desabei em sua frente.
Depois de destravar e voltar para casa chorei como nunca achei que poderia chorar ao ver alguém partir.

No fim das contas Aquela que me traz esperança foi embora levando consigo meu último desenho, minha capacidade de desenhar e também de ter esperança... 

terça-feira, 24 de junho de 2014

A VIDA SEM AQUELA QUE QUE ME TRAZ ESPERANÇA. Primeira parte.

Após o termino do curso se tornou mais difícil ver aquela que completa o vazio e para não nos afastarmos começamos a caminhar toda a manhã juntos.
Durante a caminhada falávamos sobre tudo, menos sobre o que eu gostaria de falar, sobre o que eu precisava falar.

Assim nossa amizade foi só crescendo, tal como minha amizade com Aquela que traz esperança e com Aquela que me apoia.
As coisas atingiam as raias da rotina quando uma nova bomba explode em nossas vidas.

Quando Aquela que me traz esperança se viu com problemas em casa, problemas que ninguém mais poderia resolver esta tomou uma atitude radical e decidiu ir morar com seu pai.
O problema era que seu pai morava em outro país e ir morar com ele implicava em nos deixar.

A notícia veio a mim em primeira mão no dia que a chamei para ir ao shopping para conversar. Eu me lembro que foi a minutos de eu lhe contar algo que deixou de fazer importância diante de tamanha bomba que ela me lançara.

Como seria a vida Sem aquela que me traz esperança? 
Eu  podia pensar em uma reposta para essa pergunta... SEM ESPERANÇA! 

segunda-feira, 23 de junho de 2014

AQUELA QUE ME APOIA.

Outro fato importante que me ajudou a se adaptar a ausência Daquela que considero a maior guerreira foram os laços de amizade que nasceram entre mim e sua sobrinha.
Aquela que me apoia esteve presente em minha vida desde seu nascimento, mas só depois de grande nos tornamos amigos de verdade.

Dou a ela o título de Aquela que me apoia por que ela está sempre me apoiando nas minhas decisões, sejam elas certas ou erradas.
Dizem que quem tem amigos que apoiam nossas escolhas erradas não precisam de inimigos mas eu descordo.
Alguns amigos sabem que precisamos errar algumas vezes para aprendermos uma lição que ninguém pode nos ensinar, nem mesmo eles.
Ser esse tipo de amigo não é fácil, eu mesmo não possuo a capacidade de permitir que aqueles que amo errem e por isso muitos me acham super-protetor.

Bom Aquela que me apoia sabe ser esse tipo de amiga muito bem, ela sabe os erros que tenho que cometer, me permite errar e está sempre lá pra me apoiar no dia seguinte.


Sempre direta e decidida devido a sua natureza estamos sempre discordando um do outro, mas quando precisamos estamos sempre ao lado um do outro e até quando ela não precisa de mim eu tento estar.

Apesar de saber que as vezes ela não gosta de tanta proteção não posso evitar e não a nada que posso fazer ela agora é minha irmã casula e faz parte da minha natureza protege-la. 

AQUELA QUE CONSIDERO A MAIOR GUERREIRA. Parte final.

Nunca vi Aquela que considero a maior guerreira como algo mais do que a irmã que nunca tive e alem disso eu  jamais desejaria que ela acabasse com alguém como eu.

Como era de se esperar a aproximidade que tinha com Aquela que considero a maior guerreira aos olhos de todos levava a crer que cresceriamos para nos tornar namorados e que acabariamos ficando juntos, mas o tempo mostrou a todos que estavam errados. 

Nunca vi Aquela que considero a maior guerreira como uma possivel namorada e acredito que ela tambem nunca me olhou desse modo. sempre a vi como uma irmã; a irmã que sempre quis ter e sempre desejei que ela encontrasse alguem melhor do que eu.

Como nos importávamos um com o outro brigas era comum, mas nada tão grave que nos deixasse sem se falar por mais de dois dias.
Ela esteve do meu lado nos melhores e nos piores momentos de minha vida e eu nos dela. 

Passamos por perdas muito parecidas e superamos nos apoiando um no outro.
Sempre me orgulhei da força que ela demonstrava ter para superar seus obstáculos e admiro até hoje sua determinação e força de vontade de seguir seus sonhos.

Quando a vida Daquela que considero a maior guerreira chegou a um ponto em que ela precisou fazer uma escolha difícil ela não hesitou encarou e seguiu em frente deixando tudo que ela ama para trás; deixando, mas não abandonando.

Para mim foi uma época muito difícil, pois não podia imaginar como seria minha vida sem ela por perto.

Os primeiros meses que ela se ausentou foram duros e sua falta era sentida na péle, mas depois que ela começou a ligar e a voltar para casa nos fins de semanas e feriados com frequência as coisas começaram a se ajeitar e acabei me adaptando a seu novo estilo de vida, pois vêr nos olhos dela o quanto ela estava feliz me deixava feliz e ainda deixa.

Enfim Aquela que se tornou a maior guerreira recebeu esse titulo por que para mim ela é uma das mulheres mais guerreiras que conheço devido a sua coragem de meter a cara no mundo e ir atras dos seus sonhos.

domingo, 22 de junho de 2014

AQUELA QUE CONSIDERO A MAIOR GUERREIRA. Primeira parte.

Chegou a hora de falar de uma das pessoa que mais me orgulho nesse mundo...
Para falar a verdade ja passou da hora de falar dela.

Aquela que considero a maior guerreira é sem sombra de duvidas minha amiga mais querida e tambem a mais antiga.

Nem me lembro de como nos conhecemos, acredito que como nossos irmãos eram amigos e nossas famílias já nos colocava pra brinca desde bebes e por isso crescemos juntos. Apesar de ainda nao te-la mensionado ela esteve presente em todos momentos que vivenciei ate agora.

Morando a poucos metros de casa nos se víamos praticamente todos os dias, brincávamos todos os dias e não se largávamos nunca. 

Como na rua de casa nunca houve muitas meninas ela sempre esteve junto com os meninos e por isso estava sempre brincando das mesmas coisas que a gente e mandava melhor que muitos meninos em nossas próprias brincadeiras.

A família dela sempre foi grande e trabalhava com artigos artesanais e mais de uma vez ajudei ela com seus compromissos para podemos sair pra se divertir.
Isso também contribuiu para que eu arrumasse meu primeiro emprego. Trabalhando para a mãe dela ficamos mais próximos, pois passei a entrar em sua casa com mais frequência e ganhei mais liberdade a ponto de entrar sem se anunciar.

Crescemos juntos e como Aquela que considero a maior guerreira entrou na escola na época certa ela estava alguns anos na minha frente quando finalmente deixei de manha e ingresei na escola, sendo assim ela acabou adquirindo mais esperiencia do que eu e acabou me ensinando uns macetes para sobreviver naquela selva de pedra.

Posso afirmar que a primeira vez que ingeri bebida alcolica foi com ela e assim como a primeira balada que fui foi ao lado dela e por isso, muitas vezes me refiro a ela como minha tia ou mesmo mestra e ela odeia!