quarta-feira, 25 de junho de 2014

A VIDA SEM AQUELA QUE ME TRAZ ESPERANÇA. Parte final.

Fui sincero ao dizer que apoiaria Aquela que me traz esperança se isso fosse o que ela realmente queria, mas também fui sincero ao dizer que não queria que ela fosse.
Disse também que sair de casa e do país seria o mesmo que fugir dos problemas e isso nunca dá certo. (O incrível era eu achar que tinha moral para dar esse tipo de lição para alguém).

No início ela êxito bastante e por isso cheguei a achar que ela desistiria dessa ideia, mas alguns incidentes de última hora acabaram lhe impulsionando a partir.

Passei as últimas 48 horas dela na cidade grudado nela e acho que isso só tornou sua partida mais difícil para mim. Em sua última noite comigo fiz alguns corres de moto com ela e ao deixa-lá em sua casa pela última vez no fim da noite quase desabei em sua frente.
Depois de destravar e voltar para casa chorei como nunca achei que poderia chorar ao ver alguém partir.

No fim das contas Aquela que me traz esperança foi embora levando consigo meu último desenho, minha capacidade de desenhar e também de ter esperança... 

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