segunda-feira, 16 de junho de 2014

AQUELA QUE ME TRAZ ESPERANÇA. Segunda parte.

Muitos anos se passaram sem que eu visse a mãe Daquela que me traria esperança e ela por isso, digo que existe um lapso de tempo que nos separa, mas não na minha memória e sim em nossas vidas.

Só depois de muito tempo a reencontrei já na forma de uma bela garota.
Nos conhecemos apresentados por amigos em comuns durante uma festa local e começamos a nos esbarrar com mais frequência, mas sempre em épocas festivas e passeios em galera!

Foi só na época em que decide me afastar Daquela que completa o vazio que me aproximei Daquela que me traria esperança.
Esta foi uma noite histórica onde bebemos a noite toda e nos divertimos como nunca.


Um fato sobre mim que poucos sabem e que Aquela que me traz esperança descobriu no susto é que quando bebo e atinjo meu limite saiu andando sem dizer nada e vou embora.
Isso foi e ainda é motivo de muita risada sempre que lembramos da noite em que nos tornamos amigos pra valer, pois antes do fim da festa acabei deixando Aquela que me trás esperança falando sozinha e fui embora sem dar explicação o que a deixou achando que havia me feito ir embora com algo que disse.

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