quinta-feira, 29 de setembro de 2016

O ULTIMO CORRE. Parte final.

Em choque segui em direção ao ponto de ônibus quieto com Aquela que me trás esperança ao meu lado.

Por sorte ou mesmo ironia do destino esse incidente me ocorrera quando estava ao lado da unica pessoa cujas palavras eram capazes de me consolar e dar esperança de que tudo ficaria bem no final.

Aquela que me trás esperança vinha economizando uma grana e diante da minha situação me ofereceu emprestada.
Não era o suficiente, mas já era uma quantia satisfatória e me ajudaria muito e me deu esperança de que conseguiria recuperar minha moto.

Chegando em casa precisei ficar um tempo sozinho e me tranquei no quarto onde me entreguei ao desespero, pois sabia que nunca conseguiria o restante do dinheiro e minha moto estaria perdida para sempre.
Diante de tanto desespero meu telefone tocou e nele vi um numero diferente com uma letra nele. 

Imediatamente imaginei que pudesse ser o numero do trabalho do primo Daquela que se tornou minha vida e por mais que eu precisasse decidi não atender.
Entrei em contato com meu amor e lhe contei o que houve. Esta por sua vez tentou me acalmar, mas eu sentia que o que mais ela queria era dizer que havia me avisado que isso iria acontecer.

Depois de falar com ela deixei que ela desligasse para voltar a seu trabalho.
Eu me sentia perdido, pois andar de moto era a unica coisa que me acalmava quando a "deprê" da ausência de meu amor batia e sem a moto não poderia mais fazer corres que era o que me mantinha naqueles dias dificeis.

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