A caminho da casa de meu amor ainda na moto peguei na mão Daquela que se tornou minha vida que estava segurando em minha cintura e pensei: só depois de quatro meses poderei sentir isso novamente e comecei a chorar.
Como estava pilotando meu amor não percebeu as lagrimas descendo pelo meu rosto.
Chegamos em sua casa já havia anoitecido o que significava que em menos de 7 horas meu amor partiria.
Daquele momento em diante foi difícil não pensar nisso, pois meu amor precisava terminar de arrumar as malas e se despedir dos parentes próximos.
Seu tio se encarregou de leva-la a rodoviária; já que eu não poderia levar suas malas de moto, e com isso reuni forças para dizer a meu amor que não a acompanharia ate a rodoviária, pois não suportaria vê-la entrar no ônibus. Ciente do quanto foi doloroso para mim da ultima vez meu amor concordou de imediato, pois não queria que eu ficasse passando por aquilo.
Depois de tudo pronto nos sentamos na sala para jantar e foi uma das refeiçoes mais silenciosas que já fiz.
Depois da janta minha sogra e cunhada decidiram se despedir Daquela que se tornou minha vida, pois esta sairia de madrugada e estas não queriam ter que acordar de madrugada. Achei muito egoísta da parte delas, principalmente de minha sogra, pois para mim era um absurdo uma mãe não acordar de madrugada para ver sua filha partir.
Depois de se despedirem as duas foram para o quarto e meu amor me levou para o quarto del onde nos deitamos para passar as ultimas horas juntos.
Aquelas 4 horas para mim foram mais agonizantes do que felizes, pois não conseguia parar de pensar um segundo se quer em quanto tempo levaria para te-la em meus braços novamente.
Conversamos muito noite a dentro e quando dei por mim tinha caído no sono e estava acordando agarrado com meu amor a menos de uma hora de sua partida.
Inevitavelmente comecei a chorar e tentei me conter para não acorda-la, pois precisava aprecia-la por mais uns instantes.
Quando nos aproximávamos da hora de seu ônibus o despertador tocou e minha vida acordou.
Depois de um longo beijo a deixei se aprontar. Aquela que se tornou minha vida também estava emotiva e desejava poder ficar e mesmo que o meu maior sonho fosse que ela ficasse precisei dar força para ela ir.
Logo seu tio chegou para levar suas malas para o carro, então a ajudei a descer toda a bagagem depois desci de mãos dadas com ela.
Eu não queria soltar a mão de meu amor de maneira nenhuma, pois se soltasse saberia que só teria aquelas mãos junto as minhas daqui a quatro meses.
Infelizmente não pude adiar mais e para nos despedirmos nos demos o beijo mais gostoso de todos.
Assim como da primeira vez enquanto meu amor entrava no carro eu corri para minha moto e coloquei meu capacete para esconder minhas lagrimas. Minha vontade era de sair na frente para não ver meu amor me dando tchau de dentro do carro como da vez anterior, mas minha moto se recusou a pegar de imediato e seu tio me passou e a cena da despedida de dentro do carro curiosamente se repetiu.
Depois que o carro virou a esquina precisei fazer minha moto pegar no tranco e assim que ela pegou me vi disparando atras do carro daquela que se tornou minha vida.
Senti uma necessidade muito grande de vê-la mais uma vez e ate vontade de ir a rodoviária para se despedir, mas depois que alcancei o carro e a vi sorrindo do lado de seu tio achei melhor não ir a rodoviária e segui para minha casa.
No caminho eu pensei muito no sorriso de meu amor e tentei pensar que devia ficar feliz, pois esta estava feliz mas só o que conseguia fazer era chorar.
Em casa tentei pensar em todos os momentos bons que tivemos nessas ferias e usa-los como alicerce para me manter de pé e por hora e me deitei na cama segurando a katana entre os braços e dormi agradecendo meu amor pelo mês perfeito e pedindo a Deus que cuidasse daquela que se tornou minha vida durante toda a viagem.
Eu não queria soltar a mão de meu amor de maneira nenhuma, pois se soltasse saberia que só teria aquelas mãos junto as minhas daqui a quatro meses.
Infelizmente não pude adiar mais e para nos despedirmos nos demos o beijo mais gostoso de todos.
Assim como da primeira vez enquanto meu amor entrava no carro eu corri para minha moto e coloquei meu capacete para esconder minhas lagrimas. Minha vontade era de sair na frente para não ver meu amor me dando tchau de dentro do carro como da vez anterior, mas minha moto se recusou a pegar de imediato e seu tio me passou e a cena da despedida de dentro do carro curiosamente se repetiu.
Depois que o carro virou a esquina precisei fazer minha moto pegar no tranco e assim que ela pegou me vi disparando atras do carro daquela que se tornou minha vida.
Senti uma necessidade muito grande de vê-la mais uma vez e ate vontade de ir a rodoviária para se despedir, mas depois que alcancei o carro e a vi sorrindo do lado de seu tio achei melhor não ir a rodoviária e segui para minha casa.
No caminho eu pensei muito no sorriso de meu amor e tentei pensar que devia ficar feliz, pois esta estava feliz mas só o que conseguia fazer era chorar.
Em casa tentei pensar em todos os momentos bons que tivemos nessas ferias e usa-los como alicerce para me manter de pé e por hora e me deitei na cama segurando a katana entre os braços e dormi agradecendo meu amor pelo mês perfeito e pedindo a Deus que cuidasse daquela que se tornou minha vida durante toda a viagem.
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